Olá amigos, tudo bem?

Tomei a iniciativa de escrever sobre a minha trajetória como concurseiro até me tornar Delegado de Polícia, pois ao refletir e acompanhar a rotina de muitos alunos percebi que os obstáculos que eles enfrentam como postulantes a cargos públicos são praticamente os mesmos que encontrei no passado. Assim descrevendo a minha história poderei ajuda-los a conseguir superar todas as adversidades, pois ao longo do texto exporei diversas dicas de estudos, fruto da minha experiência exitosa na área pública, e que hoje compõem o método de estudo que elaborei e aplico a meus alunos, visando a tão sonhada aprovação!

O início da vida de concurseiro

Logo de cara preciso assumir algo a vocês. Ser Delegado de Polícia não foi planejado, nunca pensei em ocupar este cargo, tanto que no quinto ano da faculdade eu fazia estágio em um Banco de Investimentos. O meu trabalho era voltado à análise das operações comerciais que seriam efetivadas pela instituição financeira, portanto, bem distante do trabalho que um dia eu iria exercer no futuro. À época, houve uma grande crise no mercado financeiro, que fez com que o Banco praticamente reduzisse pela metade o seu quadro de funcionários, incluindo este que vos escreve, que naquele momento, às vésperas da conclusão do curso de Direito na faculdade, almejava ser efetivado como Advogado Júnior, o que não aconteceu.

Após tomar essa pancada, conversei com meus pais e com a minha namorada a respeito do meu futuro. Aqui vale uma observação, a minha namorada e hoje esposa já estudava para concurso público há um bom tempo, e foi dela a ideia que me colocou definitivamente nos trilhos do meu futuro, que irei detalhar daqui para frente. Naquela época, achei inteligente estudar para a OAB e não procurar outro estágio imediatamente, até porque o fim de ano não favorecia essa escolha. Assim, me matriculei em um curso intensivo de dois meses e consegui obter a aprovação no exame da OAB na minha primeira tentativa.

Eu me lembro de ter conferido o gabarito da prova da OAB na praia com a minha namorada e, após somar os pontos e perceber que a minha nota havia sido realmente expressiva, ela me questionou, meio que inocentemente, se eu não pensava em prestar um concurso público. Aquela ideia repercutiu fortemente na minha cabeça, tanto que decidi me matricular em um curso preparatório para concursos.

A formação dos cadernos no cursinho

 As aulas do cursinho preparatório tiveram início, e eu cada vez mais me acostumava com a ideia de passar em um concurso público, porém não sabia ao certo para que tipo de prova iria me arriscar, se para a Magistratura ou Ministério Público. A divisão entre essas duas carreiras se justificava, pois a minha grande incentivadora, a minha namorada se dedicava a elas, assim era natural que eu me inclinasse a tais.

Recordo-me que a minha rotina durante a semana se dividia entre as aulas no cursinho na parte da manhã e estudo dos cadernos na parte da tarde, salvo quando cuidava das minhas ações que demandavam certo tempo e até prejudicavam os estudos, mas eram necessárias, pois além da experiência jurídica conferiam um precioso acréscimo na renda mensal.

Aqui vai a primeira dica: Se vocês puderem fazer essa opção, dediquem-se exclusivamente aos estudos, pois vocês perceberão ao longo do texto que a aprovação não virá caso os estudos não sejam colocados como prioridade total na vida de vocês.

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2 Responses

  1. Juliano

    Gostei do E-book! Muito didático e me ajudou a organizar meus estudos, Obrigado!

    Responder
    • António

      Que bom que gostou Juliano!
      vamos estar disponibilizando mais materiais de apoio!

      Responder

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